Muito me preocupa o futuro, as incertezas de sobrevivência, as ilusões, as farsas, promessas e "força de vontade", muito me preocupa a força empregada a um sistema muito sistemático no erro, encobertado pela alusão a falsa convicção, uma convicção vista e ouvida, entretanto nunca lida, mas a impressão feita a tanto tempo é que faz crermos que já lemos, defendendo com tanto vigor essa ilusão, uma ilusão que faz alusão concordando com o erro, errando com todos os que já erram. Por que é difícil acreditar em algo que parece; erronia, irônico, insensato, vulgo e sem credito, descredibilizando um conteúdo insensatamente correto, uma visão inerente a todas as coisas que vemos, não acreditando ver, ignorando a relação entre impressão e a essência, algo tão essencial para o discernimento espiritual das coisas!
Um mundo que não existe se apresenta em nossa frente, contemplado pelos nossos olhos, fazendo alusão a Matrix, não vista, porém sentida como o mais terrível calafrio de um vento impetuoso! O momento da vendetta se aproxima de maneira suave como a brisa da manhã, não revelando seus segredos gritados na noite, toda via sei o que fazer, sei que ser vulgo nem sempre é vulgar, mas a vulgaridade das palavras que saem da minha boca mostra que o mundo se toda cada vez mais torpe, tornando o vulgo inerente a todas as coisas! O compreendimento é posto à nossa frente, mas não sentimos seu cheiro, não aceitamos seu sabor, porque nossa língua se que sentiu o toque quente da compreensão! Contemplados pelos lábios de que falam "Ser puros o que não é", porém sei que tudo mim é licito, mas nem tudo me convém, pelas palavras que dizem tudo puro é para aquele que acha a pureza na simplicidade das coisas, compreendendo que o compreendimento é inerente a todas as coisas!
Um mundo que não existe se apresenta em nossa frente, contemplado pelos nossos olhos, fazendo alusão a Matrix, não vista, porém sentida como o mais terrível calafrio de um vento impetuoso! O momento da vendetta se aproxima de maneira suave como a brisa da manhã, não revelando seus segredos gritados na noite, toda via sei o que fazer, sei que ser vulgo nem sempre é vulgar, mas a vulgaridade das palavras que saem da minha boca mostra que o mundo se toda cada vez mais torpe, tornando o vulgo inerente a todas as coisas! O compreendimento é posto à nossa frente, mas não sentimos seu cheiro, não aceitamos seu sabor, porque nossa língua se que sentiu o toque quente da compreensão! Contemplados pelos lábios de que falam "Ser puros o que não é", porém sei que tudo mim é licito, mas nem tudo me convém, pelas palavras que dizem tudo puro é para aquele que acha a pureza na simplicidade das coisas, compreendendo que o compreendimento é inerente a todas as coisas!




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