Um lápis, uma folha, um vazio no pensamento, tento
compreender, entender o porquê, mas meus pensamentos na madrugada são como uma
equação sem precisão. Procuro saber quem realmente sou. O silêncio me ajudar a
pensar, mas não sei...
Procuro analisar metodicamente, calculando, mas sei que
nenhum cálculo vetorial pode me responder. Minha alma como uma imagem vetorial,
altamente precisa, a mistura criada pela mão de um designer que cria uma
perplexa, complexo e calculada imagem de vetores. Diversas dimensões refletidas
em um só cálculo, cálculo que não coube
naquela folha, que aquele lápis não pode escrever.
Ah! Na madrugada meus incessantes cálculos de nada me
servem, solitários e irritantes, complexo e assim me deixando perplexo, sonolento,
porém mesmo nessa rotina embriagante eu me encontro, os cálculos loucamente
fazem sentido, assim sou e assim soou, ainda assim quem realmente sou?
Lôro Herbert - Baseado nos calculados cálculos da Beatriz Morais.




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