Olhar de uma perspectiva diferente.
Sentado numa janela, lá fora chove, aquela típica cena de cinema, vejo um homem que olha para o céu em tons de cinza, um short quadriculado, uma camisa preta de mangas compridas, um óculos de grau, com uma bouças com livros, as águas caem, aqui dentro um clima bom, minha pele está aquecida, minhas mãos está quentinha, mas aqui dentro um frio, lá fora aquele homem abre os braços, como consegue suporta tanto frio? O que se passa em sua cabeça?
Ele apreciava o vento indo de encontro com as árvores, por um momento achei que chorava, aqui dentro estava tão confortável, quentinho, mas dentro de me há tanto frio, toda manhã me é imposta uma rotina embriagante, e tudo acaba segundos, para acorda para a mesma rotina, que livros estavam naquela bouça, o que ele fazia, os livros molharia, por que tão impetuosamente ele insiste em permanecer na chuva?
Logo a chuva passa e o homem baixa a cabeça olha ao chão e depois para o céu, caminhando ele sorrir.
Ele continua sua vida e eu aqui no conforto quentinho de minha sala permaneço no frio, logo eu vou para meu quarto, logo deito em minha cama e reflito sobre o que o homem pensava, eu não sei nome, nem onde ele morava, mas sua atitude talvez me mostrou muito em mim, mostrou que nem todo frio, mesmo o -273° teria capacidade de esfriar tanto o corpo como o ar gélido que vem dá alma, a alma daquele homem estava quente, nem o frio daquele tempestade pode esfriar.
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